lunes, 10 de junio de 2013

[climate justice now!] Crisis en conferencia sobre biotecnología forestal debido a protestas masivas en contra de los árboles genéticamente modificados

(Portugués, Inglés debajo)

Campaña Internacional para Detener los Árboles Genéticamente Modificados, Proyecto de Justicia Ecológica Global, ¡La Tierra Primera!, Cooperativa REAL, Coalición Mundial por los Bosques, Biofuelwatch 

Para Distribución Inmediata                    28 de mayo de 2013

Crisis en conferencia sobre biotecnología forestal debido a protestas masivas en contra de los árboles genéticamente modificados

Asheville, NC (EE.UU.) - Cientos de manifestantes marcharon a las afueras de la Conferencia de Biotecnología Forestal 2013, exigiendo que se prohíba las plantaciones de árboles genéticamente modificados ("GE trees", por sus siglas en inglés)

Esta protesta, que ha sido la más grande en contra de los árboles genéticamente modificados, ocurrió un día después de que dos residentes de la ciudad de Asheville fueran arrestados por interrumpir la presentación "Ingeniería de Árboles para la Bio-refinería."

Tras las detenciones y las amenazas de protestas, los participantes de la conferencia se mantuvieron en alerta máxima.  La policía estuvo presente dentro y fuera del hotel donde se llevó a cabo la conferencia, identificando a los participantes de la conferencia.  Durante la conferencia, las puertas se mantuvieron cerradas y el acceso al hotel estuvo restringido. 

Durante la protesta, FuturaGene presentó un seminario sobre el futuro de la biotecnología forestal.  El taller estuvo dominado por el debate sobre qué hacer con la oposición pública sobre los árboles genéticamente modificados.  Los presentadores lamentaron estar siendo atacados por los manifestantes y que no poder "incluir" al público en sus planes de negocio y de investigación.

Dos de los principales patrocinadores -FuturaGene y ArborGen- están progresando en sus planes para establecer plantaciones comerciales de árboles de eucalipto genéticamente modificados en Brasil y Estados Unidos.

Anne Petermann, coordinadora de la campaña internacional para detener los árboles genéticamente modificados y Directora Ejecutiva de la organización ambientalista Proyecto de Justicia Ecológica Global, acotó: "ArborGen está modificando genéticamente árboles no nativos de eucalipto para hacerlos resistentes a temperaturas frías.  El propósito final es utilizar estos árboles para alimentar las refinerías de etanol y los quemadores de biomasa; todo esto dentro del marco de mitigar los efectos del cambio climático." 

"Ellos pretenden convertir los bosques ricos en biodiversidad y carbono en enormes plantaciones de eucalipto que no son nativas y son altamente inflamables.  Esto puede llegar a ser un desastre ambiental," dijo Petermann.

Los manifestantes se reunieron a las afueras del hotel, coreando frases como: "¡No a los árboles transgénicos!


La Conferencia de Biotecnología Forestal 2013 es organizada por la Unión Internacional de Organizaciones de Investigación Forestal (IUFRO, por sus siglas en inglés).  La misma se está llevando a cabo en Asheville desde mayo 26 hasta el 1ro de junio.

Los manifestantes declararon que sus protestas en contra del desarrollo de árboles genéticamente modificados apenas comienzan, y que continuarán durante la semana de la conferencia y en el futuro.

Los manifestantes hicieron eco de una de las declaraciones hechas por uno de los participantes arrestados el pasado lunes: "El mensaje para las industrias que están desarrollando árboles genéticamente modificados y sus inversionistas es claro - esperen resistencia." 

Contacto:

Simone Lovera, Director Ejecutivo, Coalición Mundial por los Bosques Simone.lovera@globalforestcoalition.org  +595-981-407375

Keith Brunner, Proyecto de Justicia Ecológica Global  keith@globaljusticeecology.org (Inglés)

Para mas detalles acerca de la semana y las protestas llevadas a cabo: climate-connections.org (Inglés)

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Campanha Internacional contra Árvores Transgênicas, Projeto pela Justiça Ecológica Global, Coalizão Mundial pelas Florestas, Cooperativa REAL, Terra Primeiro!, Biofuelwatch 

Para publicação imediata                                 28 Maio 2013

Protestantes manifestam em massa contra árvores transgênicas, interrompem simpósio

Asheville, Carolina do Norte (EUA) -  Centenas de manifestantes invadiram um simpósio internacional da indústria de biotecnologia florestal hoje, exigindo a proibição da emissão de árvores transgênicas no meio ambiente. 

A manifestação, a maior já vista contra árvores transgênicas, foi precedida pela ação de ontem, na qual dois residentes de Asheville,  foram presos ao interromper uma apresentacao de titulo "Modificando Árvores para a Biorefinaria."

Em resposta ao tumulto causado pelas detenções e a ameaça de mais manifestações, a organização do simpósio tratou de aumentar suas medidas de segurança. Apoio policial se fez presente e constante dentro e fora do centro de convenções do hotel,  atenção minuciosa foi dada a cada crachá, palestras ocorreram entre portas fechadas, e o acesso ao hotel foi mantido restrito.

Distante do alvoroço popular, FuturaGene apresentou um workshop sobre o futuro da biotecnologia florestal. O foco da discussão foi o debate sobre o que fazer a respeito da oposição popular àsárvores transgênicas. Apresentadores lamentaram serem alvos de tais protestos, e o fato de não conseguirem convencer o público a concordar com a pesquisa e plano de ação apresentados.

Dois dos maiores patrocinadores do simpósio ---Futuragene e ArborGen--- decidiram dar continuidade aos planos de lançar o eucalipto transgênico nos mercados brasileiro e norte-americano. 

Anne Petermann, coordenadora da campanha internacional contra árvores transgênicas e Diretora Executiva do Global Justice Ecology Project (tradução não-oficial: Projeto pela Justiça Ecológica Global) assistiu ao simpósio e comenta: "A ArborGen estágeneticamente modificando eucalipto estrangeiro para torná-lo anticogelante e suprir a demanda das refinarias de etanol e biomassa sob a falsa pretensão de atenuar danos ao clima.  Eles querem transformar nossas florestas, nossos pulmões verdes, abundantes em biodiversidade natural, em vastas lavouras de um "eucalipto" invasivo, inflamável e que drena água do solo em índices alarmantes. Isso vai ser um desastre para o clima." 

Manifestantes se reuniram em frente ao centro de convenções por várias horas, cantando slogans contra as árvores transgênicas e ArborGen.

O simpósio Tree Biotechnology 2013, organizado pela maior rede global de pesquisa florestal, a International Union of Forest Research Organizations (IUFRO), será realizada em Asheville do dia 26 de maio ao primeiro de junho. 

Manifestantes prometem que os protestos estão apenas começando e continuarão ao decorrer do simpósio e após o mesmo. 

Protestantes hoje ecoaram a mensagem de um dos manifestantes detidos segunda-feira: "Estamos mandando uma mensagem clara como águaà indústria de árvores transgênicas e seus atuais e eventuais investidores - tenha como certo: resistiremos!"

Contato:

Simone Lovera, Diretora Executiva, Coalizão Mundial pelas Florestas, Simone.lovera@globalforestcoalition.org  +595-981-407375

Keith Brunner, Projeto pela Justiça Ecológica Global,  keith@globaljusticeecology.org  (Inglês)

Para mais detalhes sobre os eventos desta semana contra árvores Transgênicas, clique climate-connections.org (Inglês)

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Campaign to STOP Genetically Engineered (GE) Trees, Global Justice Ecology Project, Earth First!, REAL Cooperative, Global Forest Coalition, Biofuelwatch

For Immediate Release                                   28 May 2013

Industry Conference in Crisis Amid Mass Protests Against Genetically Engineered Trees

Asheville, NC (US)- Hundreds of demonstrators marched on an international forest biotechnology industry conference today, demanding a ban on the release of genetically engineered trees into the environment.   

The protest, the largest yet against GE trees, occurred one day after two Asheville residents were arrested while disrupting a presentation titled "Engineering Trees for the Biorefinery."

Following the arrests and the threat of protest today, the conference went on high alert.  Police maintained a presence inside and outside the hotel conference center all day, participant badges were scrutinized, conference doors were locked during sessions, and hotel access restricted.

Two of the major conference sponsors, Futuragene and ArborGen, are moving forward with plans to commercially release GE eucalyptus trees in Brazil and the US. 

As protests raged outside, FuturaGene hosted a workshop on the future of forest biotechnology.  Debate regarding what to do about public opposition to GE trees dominated the workshop. 

Presenters lamented the fact that they were being targeted by protesters and that they could not get the public "on board" with their research and business plans.  One presenter explained the need to get the public passionate about GE trees in order to facilitate legalizing their commercial release. He gave as an example the public passion that changed laws following the Newtown, CT shooting.

Conference attendee Anne Petermann, Coordinator of the international Campaign to STOP GE Trees and Executive Director of Global Justice Ecology Project, commented, "ArborGen is genetically engineering non-native eucalyptus trees to be freeze tolerant to feed ethanol refineries and biomass burners under the umbrella of climate mitigation.  They want to convert biodiverse and carbon-rich forests into vast plantations of invasive, flammable and water-draining eucalyptus trees.  This will be a disaster for the climate." 

Protesters rallied outside of the conference center for several hours, chanting slogans such as "GE trees - tear 'em up, ArborGen - shut 'em down!" 

The Tree Biotechnology 2013 conference, organized by the International Union of Forest Research Organizations (IUFRO), is taking place in Asheville from 26 May - 1 June.

Protesters vow that their protests against GE trees are just beginning, and will continue throughout the week of the conference and beyond. 

Demonstrators echoed one of the arrested protesters from Monday: "We are sending a crystal clear message to the GE tree industry and its investors - expect resistance."

Contact:

Simone Lovera, Executive Director, Global Forest Coalition Simone.lovera@globalforestcoalition.org  +595-981-407375

Keith Brunner, Global Justice Ecology Project, Campaign to STOP GE Trees  +1.201.906.4484  keith@globaljusticeecology.org

Also see: List of Experts Available For Interview

 

For more information on the protests, see climate-connections.org

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Miguel Valencia
ECOMUNIDADES

miércoles, 5 de junio de 2013

Proyecto para edificar un CETRAM en terrenos del antiguo bosque de Chapultepec

Proyecto para edificar un CETRAM en terrenos del antiguo bosque de Chapultepec
 
 
El Cetram Chapultepec, centro de cambio intermodal de transporte, Metro Chapultepec,  pretende edificar los terrenos del antiguo bosque de Chapultepec en la gasa de la fuente de Belem junto a la secretaria de salud. Entre av. Chapultepec y Reforma. Se pretende quitar terreno al antiguo Bosque de Chapultepec.
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Miguel Valencia

lunes, 3 de junio de 2013

El desastre en el complejo chinampero de Xochimilco en el acto del 4 de junio en el Zócalo

El desastre en el complejo chinampero de Xochimilco será uno de los temas denunciados en el acto que tendrá lugar el martes 4 de junio, a partir de las 11 de la mañana, frente a las oficinas del gobierno del DF, en el Zócalo.
En esta celebración del Día Mundial del Medio Ambiente será leído un Manifiesto suscrito por varias organizaciones sociales; contiene diversos asuntos ambientales de la Cuenca del Valle de México que requieren atención urgente. Entre estos asuntos se encuentra el caso del desastre en el complejo chinampero de Xochmilco.
Convocamos a los defensores de las chinampas de Xochimilco a participar en este acto público con pancartas, mantas, perfromances, etc. , y apoyar con su firma, antes del 4 de junio, el Manifiesto por el Día Mundial del Medio Ambiente que abajo viene.
Adriana Matalonga, Christian Gallegos, Daniel Estrada, Eduardo Rincón, Jacqueline Bolaños, José Arias, Mauricio Villegas, Miguel Valencia
Apoyan: Asociación de Tecnología Apropiada AC; Colectivo Comida No Bombas; Ecomunidades, Red Ecologista Autónoma de la Cuenca de México; Fundación PAS en Verde; Red en Defensa de la Ciudad de México; Movimiento Urbano Popular: MUP-FENAMUP, UPREZ, Benito Juárez, MULT; ejidatarios de Xochimilco; grupos defensores de animales; grupos de descrecimiento.
MANIFIESTO POR EL DÍA MUNDIAL DEL MEDIO AMBIENTE EN LA CUENCA DEL VALLE DE MÉXICO:
DENUNCIAMOS Y EXIGIMOS LA ATENCIÓN INMEDIATA DE ESTOS TEMAS:
1.La proliferación de talas "legales" so pretexto de plagas en los árboles de la ciudad. Abandono e invasión reductiva de los parques y jardines y en general, la invasión y reducción de las zonas verdes y áreas naturales supuestamente protegidas o de conservación, en toda la región más conturbada del país. El acelerado incremento de la basura en la vía pública y las áreas comunitarias, mercados, paraderos y estaciones. Inacción e incumplimiento gubernamental y de la población en la separación de los residuos y el fomento de su acopio y tratamiento en la cercanía de donde se producen y con miras a su reciclaje. Falta de planes y de acciones efectivas para la reducción de la generación de residuos y su desperdicio y de la así inducida reducción de la deficiente recolección, de la transferencia y confinamiento, cada vez más caro e insuficiente de la basura. No a La creciente destrucción de sitios periurbanos por la excesiva producción de cascajo en la ciudad; y más en lo general, la falta de una política ambiental integral, integrada y prioritaria de emergencia.
2.La ausencia de una política responsable y coherente de protección animal que incluyaevitar el abandono creciente de mascotas en la vía pública, parques, cerros, bosques y otros lugares y la proliferación de la venta de mascotas. No a la matanza de perros callejeros y sí al apoyo a la esterilización de animales domésticos. Revertir el abandono de los lugares de arribo, descanso y refugio de aves migratorias y la desaparición de especies endémicos de la cuenca. Por un entretenimiento sin maltrato animal: sin tauromaquia y circo sin animales.
3.Urge revertir el desastre del complejo chinampero de Xochimilco, Mixquic y Tláhuac y la muerte de su valioso, único sistema agroproductivo. Y en general hay que proteger las escasas zonas forestadas y salvaguardar las actividades que, siendo productivas como recreación, cultivos de alto valor y ecológicas, sí contribuyan eficazmente a su conservación, expansión y mejoría; así como la invasión creciente de terrenos en el Bosque de Chapultepec, del Parque Nacional de los Remedios, del Desierto de los Leones, etc. su pavimentación y deforestación. La deforestación y urbanización de la sierra del Chichinautzin , una de las principales recarga de acuíferos del Valle de México y de otras áreas aún verdes. El fracaso de la reforestación de la ciudad y las sierras y la falta del adecuado tratamiento de las plagas forestales. La agresión contra la vida campesina en Tláhuac y otras zonas aún rurales: el relleno de canales con cascajo y depósitos de basura y la urbanización en antiguas zonas de cultivo, por las obras de la Línea 12 del Metro y la desaparición del ejido, facilitando así la introducir nueva urbanización con pingües negocios de inmobiliarios.
4.El alto nivel de contaminación del aire, del agua y suelo, al igual que las de carácter visual y auditivo que plagan a toda el área metropolitana y sus zonas conurbadas, y la desinformación al respecto. La reticencia gubernamental a informar a la población sobre la diversa nocividad del uso y abuso del auto: la contaminación del aire, la accidentalidad, la segregación y el abuso espacial, creciente tiempo perdido, descontrol del uso del suelo, agresividad, violencia, inseguridad, ruido, entre otros. Gran desequilibrio presupuestal en apoyo al automóvil y sus vialidades en detrimento del transporte público. La falta de protección en las leyes locales al peatón y al ciclista. El desquiciamiento de zonas urbanas por la construcción de grandes torres en tanto -es el caso de la torre Mitikah-, que no sólo destruye al pueblo de Xoco sino que altera muy profundamente el uso del suelo en muchas colonias. EL proyecto de Ciudad Compacta de Simón Neumann, para hacer torres tipo Singapur, Shangai, Hong Kong más que progreso y calidad de vida denota lucro. No menos grave es el escandaloso desperdicio de agua en la red de distribución y en los hogares especialmente los del poniente; así como subsidiar al consumo de agua para usos mercantiles e industriales. Falta de apoyo a ecotecnias del uso del agua (excusados de bajo consumo o secos, tratamiento alternativo y local del agua desechada, captación de de lluvia y otros) y el rechazo oficial a protegerlas.
5.Ello se aúna a la gran nocividad de los alimentos transgénicos y envasados y las bebidas endulzadas del oligopolio del menudeo: las grandes tiendas y los súper mercados, como: WalMart, Soriana, Comer, Aurrerá, etc. así como el exceso de emisiones de gases de efecto invernadero, otros contaminaciones y los accidentes producidos por el enorme e innecesario transporte de tantos y tan variados productos importados o lejanos que ellas traen; completan el cuadro de devastación de pequeños productores locales o cercanos; mientras el rechazo gubernamental a ofrecer subsidios a la urbicultura o cultivo casero o comunitario de verduras, solo fomentan un modelo productivo enajenado. Y Los enormes subsidios económicos, sociales y ecológicos a la generación eléctrica en enormes plantas públicas y privadas: como la nuclear de Laguna Verde, las termoeléctricas que queman carbón, petróleo o gas; las grandes hidroeléctricas, y hasta las mega eólicas, así como la falta de apoyo y rechazo gubernamental a la generación alternativa local de electricidad por fuentes renovables (domiciliaria o comunitaria) en nada contribuyen a prepararnos a la urgente e inevitable transición energética hacia un mundo sin petróleo. E incluso, los apoyos fácticos a los modos de vida y los modelos de consumo de una seudo civilización en decadencia, cuyo voraz consumismo y depredación de la Naturaleza –fomentada y exacerbada por la alharaca prostituida de los Medios Masivos que se adueñan del "gobierno" y de las conciencias- no solo enferman al mundo, al cuerpo y la mente, sino que conculcan con sus modas y falacias, el futuro de nuestros hijos y de la Madre Tierra que nos sustenta.

Miguel Valencia

La invasion de terrenos del Bosque de Chapultepec en el acto del 4 de junio en el Zócalo

La invasion de terrenos del Bosque de Chapultepec en el acto del 4 de junio en el Zócalo
La invasion de terrenos del Bosque de Chapultepec es uno de los temas que serán mencionados en el acto que tendrá lugar el martes 4 de junio, a partir de las 11 de la mañana, frente a las oficinas del gobierno del DF, en el Zócalo.
En esta celebración del Día Mundial del Medio Ambiente será leído un Manifiesto suscrito por varias organizaciones sociales que contiene diversos asuntos ambientales de la Cuenca del Valle de México que requieren atención urgente entre los que se encuentra el caso del Bosque de Chapultepec.
Convocamos a los defensores del Bosque de Chapultepec a participar en este acto público y apoyar con su firma el Manifiesto por el Día Mundial del Medio Ambiente que abajo viene.
 

Adriana Matalonga, Christian Gallegos, Daniel Estrada, Eduardo Rincón, Jacqueline Bolaños, José Arias, Mauricio Villegas, Miguel Valencia

Apoyan: Asociación de Tecnología Apropiada AC; Colectivo Comida No Bombas; Ecomunidades, Red Ecologista Autónoma de la Cuenca de México; Fundación PAS en Verde; Red en Defensa de la Ciudad de México; Movimiento Urbano Popular: MUP-FENAMUP, UPREZ, Benito Juárez, MULT; ejidatarios de Xochimilco; grupos defensores de animales; grupos de descrecimiento.

MANIFIESTO POR EL DÍA MUNDIAL DEL MEDIO AMBIENTE EN LA CUENCA DEL VALLE DE MÉXICO:

DENUNCIAMOS Y EXIGIMOS LA ATENCIÓN INMEDIATA DE ESTOS TEMAS:

1.La proliferación de talas "legales" so pretexto de plagas en los árboles de la ciudad. Abandono e invasión reductiva de los parques y jardines y en general, la invasión y reducción de las zonas verdes y áreas naturales supuestamente protegidas o de conservación, en toda la región más conturbada del país. El acelerado incremento de la basura en la vía pública y las áreas comunitarias, mercados, paraderos y estaciones. Inacción e incumplimiento gubernamental y de la población en la separación de los residuos y el fomento de su acopio y tratamiento en la cercanía de donde se producen y con miras a su reciclaje. Falta de planes y de acciones efectivas para la reducción de la generación de residuos y su desperdicio y de la así inducida reducción de la deficiente recolección, de la transferencia y confinamiento, cada vez más caro e insuficiente de la basura. No a La creciente destrucción de sitios periurbanos por la excesiva producción de cascajo en la ciudad; y más en lo general, la falta de una política ambiental integral, integrada y prioritaria de emergencia.

2.La ausencia de una política responsable y coherente de protección animal que incluyaevitar el abandono creciente de mascotas en la vía pública, parques, cerros, bosques y otros lugares y la proliferación de la venta de mascotas. No a la matanza de perros callejeros y sí al apoyo a la esterilización de animales domésticos. Revertir el abandono de los lugares de arribo, descanso y refugio de aves migratorias y la desaparición de especies endémicos de la cuenca. Por un entretenimiento sin maltrato animal: sin tauromaquia y circo sin animales.

3.Urge revertir el desastre del complejo chinampero de Xochimilco, Mixquic y Tláhuac y la muerte de su valioso, único sistema agroproductivo. Y en general hay que proteger las escasas zonas forestadas y salvaguardar las actividades que, siendo productivas como recreación, cultivos de alto valor y ecológicas, sí contribuyan eficazmente a su conservación, expansión y mejoría; así como la invasión creciente de terrenos en el Bosque de Chapultepec, del Parque Nacional de los Remedios, del Desierto de los Leones, etc. su pavimentación y deforestación. La deforestación y urbanización de la sierra del Chichinautzin , una de las principales recarga de acuíferos del Valle de México y de otras áreas aún verdes. El fracaso de la reforestación de la ciudad y las sierras y la falta del adecuado tratamiento de las plagas forestales. La agresión contra la vida campesina en Tláhuac y otras zonas aún rurales: el relleno de canales con cascajo y depósitos de basura y la urbanización en antiguas zonas de cultivo, por las obras de la Línea 12 del Metro y la desaparición del ejido, facilitando así la introducir nueva urbanización con pingües negocios de inmobiliarios.

4.El alto nivel de contaminación del aire, del agua y suelo, al igual que las de carácter visual y auditivo que plagan a toda el área metropolitana y sus zonas conurbadas, y la desinformación al respecto. La reticencia gubernamental a informar a la población sobre la diversa nocividad del uso y abuso del auto: la contaminación del aire, la accidentalidad, la segregación y el abuso espacial, creciente tiempo perdido, descontrol del uso del suelo, agresividad, violencia, inseguridad, ruido, entre otros. Gran desequilibrio presupuestal en apoyo al automóvil y sus vialidades en detrimento del transporte público. La falta de protección en las leyes locales al peatón y al ciclista. El desquiciamiento de zonas urbanas por la construcción de grandes torres en tanto -es el caso de la torre Mitikah-, que no sólo destruye al pueblo de Xoco sino que altera muy profundamente el uso del suelo en muchas colonias. EL proyecto de Ciudad Compacta de Simón Neumann, para hacer torres tipo Singapur, Shangai, Hong Kong más que progreso y calidad de vida denota lucro. No menos grave es el escandaloso desperdicio de agua en la red de distribución y en los hogares especialmente los del poniente; así como subsidiar al consumo de agua para usos mercantiles e industriales. Falta de apoyo a ecotecnias del uso del agua (excusados de bajo consumo o secos, tratamiento alternativo y local del agua desechada, captación de de lluvia y otros) y el rechazo oficial a protegerlas.

5.Ello se aúna a la gran nocividad de los alimentos transgénicos y envasados y las bebidas endulzadas del oligopolio del menudeo: las grandes tiendas y los súper mercados, como: WalMart, Soriana, Comer, Aurrerá, etc. así como el exceso de emisiones de gases de efecto invernadero, otros contaminaciones y los accidentes producidos por el enorme e innecesario transporte de tantos y tan variados productos importados o lejanos que ellas traen; completan el cuadro de devastación de pequeños productores locales o cercanos; mientras el rechazo gubernamental a ofrecer subsidios a la urbicultura o cultivo casero o comunitario de verduras, solo fomentan un modelo productivo enajenado. Y Los enormes subsidios económicos, sociales y ecológicos a la generación eléctrica en enormes plantas públicas y privadas: como la nuclear de Laguna Verde, las termoeléctricas que queman carbón, petróleo o gas; las grandes hidroeléctricas, y hasta las mega eólicas, así como la falta de apoyo y rechazo gubernamental a la generación alternativa local de electricidad por fuentes renovables (domiciliaria o comunitaria) en nada contribuyen a prepararnos a la urgente e inevitable transición energética hacia un mundo sin petróleo. E incluso, los apoyos fácticos a los modos de vida y los modelos de consumo de una seudo civilización en decadencia, cuyo voraz consumismo y depredación de la Naturaleza –fomentada y exacerbada por la alharaca prostituida de los Medios Masivos que se adueñan del "gobierno" y de las conciencias- no solo enferman al mundo, al cuerpo y la mente, sino que conculcan con sus modas y falacias, el futuro de nuestros hijos y de la Madre Tierra que nos sustenta.

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Miguel Valencia
ECOMUNIDADES

domingo, 2 de junio de 2013

La venta y abandono de mascotas y la falta de esterilización de animales

La venta y abandono de mascotas y la falta de esterilización de animales, en el acto del 4 de junio en el Zócalo
La venta y abandono de mascotas y la falta de esterilización de animales, será uno de los temas denunciados en el acto que tendrá lugar el martes 4 de junio, a partir de las 11 de la mañana, frente a las oficinas del gobierno del DF, en el Zócalo.
En esta celebración del Día Mundial del Medio Ambiente será leído un Manifiesto suscrito por varias organizaciones sociales; contiene diversos asuntos ambientales de la Cuenca del Valle de México que requieren atención urgente. Entre los que se encuentra el caso de la venta y abandono de mascotas y la falta de esterilización de animales.
Convocamos a los defensores de la calidad del aire a participar en este acto público con pancartas, mantas, performances, etc, y apoyar con su firma antes del 4 de junio el Manifiesto por el Día Mundial del Medio Ambiente que abajo viene.
 

Adriana Matalonga, Christian Gallegos, Daniel Estrada, Eduardo Rincón, Jacqueline Bolaños, José Arias, Mauricio Villegas, Miguel Valencia

Apoyan: Asociación de Tecnología Apropiada AC; Colectivo Comida No Bombas; Ecomunidades, Red Ecologista Autónoma de la Cuenca de México; Fundación PAS en Verde; Red en Defensa de la Ciudad de México; ejidatarios de Xochimilco; grupos defensores de animales; grupos de descrecimiento.

 MANIFIESTO POR EL DÍA MUNDIAL DEL MEDIO AMBIENTE EN LA CUENCA DEL VALLE DE MÉXICO:

DENUNCIAMOS Y EXIGIMOS LA ATENCIÓN INMEDIATA DE ESTOS TEMAS:

1. La proliferación de talas "legales" so pretexto de plagas en los árboles de la ciudad. Abandono e invasión reductiva de los parques y jardines y en general, la invasión y reducción de las zonas verdes y áreas naturales supuestamente protegidas o de conservación, en toda la región más conturbada del país. El acelerado incremento de la basura en la vía pública y las áreas comunitarias, mercados, paraderos y estaciones. Inacción e incumplimiento gubernamental y de la población en la separación de los residuos y el fomento de su acopio y tratamiento en la cercanía de donde se producen y con miras a su reciclaje. Falta de planes y de acciones efectivas para la reducción de la generación de residuos y su desperdicio y de la así inducida reducción de la deficiente recolección, de la transferencia y confinamiento, cada vez más caro e insuficiente de la basura. No a La creciente destrucción de sitios periurbanos por la excesiva producción de cascajo en la ciudad; y más en lo general, la falta de una política ambiental integral, integrada y prioritaria de emergencia.

2. La ausencia de una política responsable y coherente de protección animal que incluya evitar el abandono creciente de mascotas en la vía pública, parques, cerros, bosques y otros lugares y la proliferación de la venta de mascotas. No a la matanza de perros callejeros y sí al apoyo a la esterilización de animales domésticos. Revertir el abandono de los lugares de arribo, descanso y refugio de aves migratorias y la desaparición de especies endémicos de la cuenca. Por un entretenimiento sin maltrato animal: sin tauromaquia y circo sin animales.

3. Urge revertir el desastre del complejo chinampero de Xochimilco, Mixquic y Tláhuac y la muerte de su valioso, único sistema agroproductivo. Y en general hay que proteger las escasas zonas forestadas y salvaguardar las actividades que, siendo productivas como recreación, cultivos de alto valor y ecológicas, sí contribuyan eficazmente a su conservación, expansión y mejoría; así como la invasión creciente de terrenos en el Bosque de Chapultepec, del Parque Nacional de los Remedios, del Desierto de los Leones, etc. su pavimentación y deforestación. La deforestación y urbanización de la sierra del Chichinautzin , una de las principales recarga de acuíferos del Valle de México y de otras áreas aún verdes. El fracaso de la reforestación de la ciudad y las sierras y la falta del adecuado tratamiento de las plagas forestales. La agresión contra la vida campesina en Tláhuac y otras zonas aún rurales: el relleno de canales con cascajo y depósitos de basura y la urbanización en antiguas zonas de cultivo, por las obras de la Línea 12 del Metro y la desaparición del ejido, facilitando así la introducir nueva urbanización con pingües negocios de inmobiliarios.

4. El alto nivel de contaminación del aire, del agua y suelo, al igual que las de carácter visual y auditivo que plagan a toda el área metropolitana y sus zonas conurbadas, y la desinformación al respecto. La reticencia gubernamental a informar a la población sobre la diversa nocividad del uso y abuso del auto: la contaminación del aire, la accidentalidad, la segregación y el abuso espacial, creciente tiempo perdido, descontrol del uso del suelo, agresividad, violencia, inseguridad, ruido, entre otros. Gran desequilibrio presupuestal en apoyo al automóvil y sus vialidades en detrimento del transporte público. La falta de protección en las leyes locales al peatón y al ciclista. El desquiciamiento de zonas urbanas por la construcción de grandes torres en tanto -es el caso de la torre Mitikah-, que no sólo destruye al pueblo de Xoco sino que altera muy profundamente el uso del suelo en muchas colonias. EL proyecto de Ciudad Compacta de Simón Neumann, para hacer torres tipo Singapur, Shangai, Hong Kong más que progreso y calidad de vida denota lucro. No menos grave es el escandaloso desperdicio de agua en la red de distribución y en los hogares especialmente los del poniente; así como subsidiar al consumo de agua para usos mercantiles e industriales. Falta de apoyo a ecotecnias del uso del agua (excusados de bajo consumo o secos, tratamiento alternativo y local del agua desechada, captación de de lluvia y otros) y el rechazo oficial a protegerlas.

5. Ello se aúna a la gran nocividad de los alimentos transgénicos y envasados y las bebidas endulzadas del oligopolio del menudeo: las grandes tiendas y los súper mercados, como: WalMart, Soriana, Comer, Aurrerá, etc. así como el exceso de emisiones de gases de efecto invernadero, otros contaminaciones y los accidentes producidos por el enorme e innecesario transporte de tantos y tan variados productos importados o lejanos que ellas traen; completan el cuadro de devastación de pequeños productores locales o cercanos; mientras el rechazo gubernamental a ofrecer subsidios a la urbicultura o cultivo casero o comunitario de verduras, solo fomentan un modelo productivo enajenado. Y Los enormes subsidios económicos, sociales y ecológicos a la generación eléctrica en enormes plantas públicas y privadas: como la nuclear de Laguna Verde, las termoeléctricas que queman carbón, petróleo o gas; las grandes hidroeléctricas, y hasta las mega eólicas, así como la falta de apoyo y rechazo gubernamental a la generación alternativa local de electricidad por fuentes renovables (domiciliaria o comunitaria) en nada contribuyen a prepararnos a la urgente e inevitable transición energética hacia un mundo sin petróleo. E incluso, los apoyos fácticos a los modos de vida y los modelos de consumo de una seudo civilización en decadencia, cuyo voraz consumismo y depredación de la Naturaleza –fomentada y exacerbada por la alharaca prostituida de los Medios Masivos que se adueñan del "gobierno" y de las conciencias- no solo enferman al mundo, al cuerpo y la mente, sino que conculcan con sus modas y falacias, el futuro de nuestros hijos y de la Madre Tierra que nos sustenta.

sábado, 1 de junio de 2013

Celebración del Día Mundial del Medio Ambiente 2013-Invitación


Celebración del Día Mundial del Medio Ambiente 2013-Invitación
Tenemos el gusto de invitarlos a celebrar el Día Mundial del Medio Ambiente, con su asistencia al acto que tendrá lugar el 4 de junio de 2013, a partir de las 11 de la mañana, en el Zócalo, frente a las oficinas del gobierno del DF. En este acto será leído un Manifiesto suscrito por diversas organizaciones sociales en el que se incluyen 19 asuntos ambientales de la Cuenca del Valle de México, en los que urge tomar acciones. Abajo se encuentran los 19 puntos. Les rogamos enviar a la brevedad posible su firma en apoyo a este Manifiesto. 
Saludos
Adriana Matalonga, Christian Gallegos, Daniel Estrada, Eduardo Rincon, José Arias, Mauricio Villegas, Jacqueline Bolaños, Miguel Valencia


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Miguel Valencia
ECOMUNIDADES
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1. La proliferación de talas "legales" de árboles y de plagas en los árboles de la ciudad.

Tema propuesto: Biodiversidad

Indicador propuesto: Metros cúbicos de áreas verdes por habitante

Organización que trabaja al respecto:

2. El abandono de los parques y jardines: Santa María La Ribera, Parque México, otros.

Tema propuesto: Biodiversidad

Indicador propuesto: Salud forestal por cada parque y conservación de su infraestructura
Organización que trabaja al respecto:

3. El aumento de la basura en las calles. Inacción en la separación de residuos y su acopio y tratamiento en la cercanía donde se producen. Falta de planes para la eliminación de la recolección, transferencia y confinamiento de basura.

Tema propuesto: Residuos

Indicador propuesto: Toneladas de basura generadas y recicladas

Organización que trabaja al respecto: GreenSt.

4. El abandono creciente de mascotas en los cerros, bosques y otros lugares y la proliferación de la venta de mascotas. La matanza de perros callejeros. Falta de apoyo a la eliminación de la venta de mascotas y la esterilización de animales domésticos. El abandono de los lugares de arribo, descanso, refugio de aves migratorias. La desaparición de animales endémicos del Valle de México.

Tema propuesto: Biodiversidad

Indicador propuesto: Número de perros sacrificados; número de perros esterilizados, número de especies endémicos del Valle de México en peligro de extinción.

Organización que trabaja al respecto:

5. Entretenimiento libre de maltrato animal: sin tauromaquia y circo sin animales.

Tema propuesto: Biodiversidad

Indicador propuesto: Existencia o no de dichas formas de entretenimiento.

Organización que trabaja al respecto: Faunápolis

6. La creciente destrucción de sitios periurbanos por la excesiva producción de cascajo en la ciudad.

Tema propuesto: Residuos?

Indicador Propuesto:

Organización que trabaja al respecto:

7. El desastre del complejo chinampero de Xochimilco: muerte de su sistema productivo.

Tema propuesto: Biodiversidad

Indicador propuesto: Indicadores de agua y biodiversidad de Xochimilco

Organización que trabaja al respecto:

8. La invasión creciente de terrenos en el Bosque de Chapultepec, Parque Nacional de los Remedios, su pavimentación y deforestación.

Tema propuesto: Biodiversidad

Indicador propuesto: Área del Bosque de Chapultepec

Organización que trabaja al respecto: Fuerza Unida Emiliano Zapata

9. La deforestación y urbanización de la sierra Chichinautzin, principal recarga de acuíferos del Valle de México. El fracaso de la reforestación de la ciudad y las sierras y el tratamiento de plagas silvícolas.

Tema: Biodiversidad

Indicador propuesto: Área natural de la sierra

Organización que trabaja al respecto:

10. La agresión contra la vida campesina en Tláhuac: relleno de canales con cascajo y depósitos de basura y urbanización en antiguas zonas de cultivo, por las obras de la Línea 12 del Metro y la desaparición del ejido, para introducir nueva urbanización.

Tema:

Indicador propuesto:

Organización que trabaja al respecto:

11. El excesivo nivel de contaminación del aire y la desinformación sobre los niveles de contaminación. El rechazo gubernamental a informar a la población sobre las diversas nocividades del uso del auto: contaminación del aire, accidentalidad, segregación espacial, tiempo perdido, descontrol del uso del suelo, violencia, inseguridad, ruido, entre otros.

Tema: Cultura ambiental

Indicador propuesto:

Organización que trabaja al respecto:

12. Desequilibrio presupuestario apoyando más al transporte privado sobre el público. La falta de protección en las leyes locales al peatón y al ciclista.

Tema: Transporte (energía?)

Indicador propuesto:

Organización que trabaja al respecto:

13. El desquiciamiento de zonas urbanas por la construcción de grandes torres, como es el caso de la torre Mitikah, que no sólo destruye al pueblo de Xoco sino altera profundamente el uso del suelo en muchas colonias cercanas a esta torre. Los proyectos de Ciudad Compacta de Simón Neumann, para construir muchas torres tipo asiático (Singapur, Shangai, Hong Kong) en diversas partes de la ciudad de México.

Tema: ?

Indicador:
Organización:

14. El escandaloso desperdicio de agua en la red de distribución y en los hogares del poniente y el subsidio al consumo de agua para usos mercantiles. La falta de apoyos a las ecotecnias del agua (excusados secos, tratamiento local de las aguas, captación de agua de lluvia y otros) y el rechazo gubernamental a protegerlas.

Tema: Agua

Indicador: Metros cúbicos usados en cada zona del Valle de México; normas que apoyen las ecotecnias;

Organización:

15. La gran toxicidad de los alimentos transgénicos y envasados y bebidas endulzadas que vende el oligopolio del menudeo: las grandes superficies, como: WalMart, Soriana, Comer, Aurrerá, así como el exceso de emisiones de gases de efecto invernadero, GEI, contaminaciones y accidentes, producidos por el transporte de los productos importados que venden estas empresas. El rechazo gubernamental a ofrecer subsidios a la urbicultura o cultivo casero o comunitario de verduras.

Tema:
Indicador: Venta o no de productos transgénicos;
Organización: Azoteas Verdes (promoción de Agricultura Urbana)

16. Los enormes subsidios sociales y ecológicos a la generación eléctrica en grandes plantas generadoras públicas y privadas: Laguna Verde, termoeléctricas, hidroeléctricas, eólicas y la falta de apoyos económicos y rechazo gubernamental a la generación local de electricidad (domiciliaria o comunitaria)

Tema: Energía

Indicador:
Organización:

17. Ausencia de planeación para una economía sin petróleo y falta de búsqueda de una economía no dependiente de dicho recurso.

Tema: Energía

Indicador:

Organización:

18. Promoción de dieta hacia una libre de cárnicos

Tema: Biodiversidad / Energía / Agua

Indicador:

Organización: Faunápolis

19. Falta de transparencia sobre el Plan Urbano del Valle de México y sobre la actuación de los servidores públicos en temas ambientales.

Tema: Cultura Ambiental

Indicador:

Organización:





3 de junio, presentación de ponencias sobre la Agenda Ambiental Nacional; ratificación de los consensos del 27 de mayo; discusión sobre los resultados de la reunión dedicada al Valle de México del 29 de mayo.

3 de junio, presentación de ponencias sobre la Agenda Ambiental Nacional; ratificación de los consensos del 27 de mayo; discusión sobre los resultados de la reunión dedicada al Valle de México del 29 de mayo.

El 3 de junio, a partir de las 6 de la tarde, en el Centro Cultural de la Diversidad, localizado en Colima 267 colonia Roma, esquina Insurgentes, tendrá lugar la decimotercera sesión del grupo de trabajo, por un red nacional en defensa de la Madre Tierra, con el fin de escuchar las ponencias sobre la Agenda Ambiental Nacional; ratificación de los consensos del 27 de mayo en torno a las ponencias sobre Plataforma Política y sobre los protocolos aprobados; resultados de la reunión del Valle de México del 29 de mayo en este mismo Centro Cultural. Les rogamos ser puntuales, ya que existen muchos temas pendientes de discusión, como principios, organización, plataforma política, estrategia, programa de trabajo.



Miguel Valencia
ECOMUNIDADES

Las frecuentes contingencias ambientales de este año, por la mala calidad del aire, en el acto del 4 de junio en el Zócalo

Las frecuentes contingencias ambientales de este año, por la mala calidad del aire, en el acto del 4 de junio en el Zócalo
Las frecuentes contingencias ambientales de este año, por la mala calidad del aire, será uno de los temas denunciados en el acto que tendrá lugar el martes 4 de junio, a partir de las 11 de la mañana, frente a las oficinas del gobierno del DF, en el Zócalo.
En esta celebración del Día Mundial del Medio Ambiente en el Zócalo, será leído un Manifiesto por el Día Mundial del Medio Ambiente suscrito por varias organizaciones sociales; contiene diversos asuntos ambientales de la Cuenca del Valle de México que requieren atención urgente. Entre estos asuntos se encuentra el caso de las frecuentes contingencias ambientales de este año por la mala calidad del aire en la ciudad de México.
Convocamos a los defensores de la calidad del aire a participar en este acto público y apoyar con su firma el Manifiesto por el Día Mundial del Medio Ambiente que abajo viene, antes del 4 de junio.
 

Adriana Matalonga, Christian Gallegos, Daniel Estrada, Eduardo Rincón, Jacqueline Bolaños, José Arias, Mauricio Villegas, Miguel Valencia

Apoyan: Asociación de Tecnología Apropiada AC; Colectivo Comida No Bombas; Ecomunidades, Red Ecologista Autónoma de la Cuenca de México; Fundación PAS en Verde; Red en Defensa de la Ciudad de México; ejidatarios de Xochimilco; grupos defensores de animales; grupos de descrecimiento

MANIFIESTO POR EL DÍA MUNDIAL DEL MEDIO AMBIENTE EN LA CUENCA DEL VALLE DE MÉXICO:

DENUNCIAMOS Y EXIGIMOS LA ATENCIÓN INMEDIATA DE ESTOS TEMAS:

1. La proliferación de talas "legales" so pretexto de plagas en los árboles de la ciudad. Abandono e invasión reductiva de los parques y jardines y en general, la invasión y reducción de las zonas verdes y áreas naturales supuestamente protegidas o de conservación, en toda la región más conturbada del país. El acelerado incremento de la basura en la vía pública y las áreas comunitarias, mercados, paraderos y estaciones. Inacción e incumplimiento gubernamental y de la población en la separación de los residuos y el fomento de su acopio y tratamiento en la cercanía de donde se producen y con miras a su reciclaje. Falta de planes y de acciones efectivas para la reducción de la generación de residuos y su desperdicio y de la así inducida reducción de la deficiente recolección, de la transferencia y confinamiento, cada vez más caro e insuficiente de la basura. No a La creciente destrucción de sitios periurbanos por la excesiva producción de cascajo en la ciudad; y más en lo general, la falta de una política ambiental integral, integrada y prioritaria de emergencia.

2. La ausencia de una política responsable y coherente de protección animal que incluya evitar el abandono creciente de mascotas en la vía pública, parques, cerros, bosques y otros lugares y la proliferación de la venta de mascotas. No a la matanza de perros callejeros y sí al apoyo a la esterilización de animales domésticos. Revertir el abandono de los lugares de arribo, descanso y refugio de aves migratorias y la desaparición de especies endémicos de la cuenca. Por un entretenimiento sin maltrato animal: sin tauromaquia y circo sin animales.

3. Urge revertir el desastre del complejo chinampero de Xochimilco, Mixquic y Tláhuac y la muerte de su valioso, único sistema agroproductivo. Y en general hay que proteger las escasas zonas forestadas y salvaguardar las actividades que, siendo productivas como recreación, cultivos de alto valor y ecológicas, sí contribuyan eficazmente a su conservación, expansión y mejoría; así como la invasión creciente de terrenos en el Bosque de Chapultepec, del Parque Nacional de los Remedios, del Desierto de los Leones, etc. su pavimentación y deforestación. La deforestación y urbanización de la sierra del Chichinautzin , una de las principales recarga de acuíferos del Valle de México y de otras áreas aún verdes. El fracaso de la reforestación de la ciudad y las sierras y la falta del adecuado tratamiento de las plagas forestales. La agresión contra la vida campesina en Tláhuac y otras zonas aún rurales: el relleno de canales con cascajo y depósitos de basura y la urbanización en antiguas zonas de cultivo, por las obras de la Línea 12 del Metro y la desaparición del ejido, facilitando así la introducir nueva urbanización con pingües negocios de inmobiliarios.

4. El alto nivel de contaminación del aire, del agua y suelo, al igual que las de carácter visual y auditivo que plagan a toda el área metropolitana y sus zonas conurbadas, y la desinformación al respecto. La reticencia gubernamental a informar a la población sobre la diversa nocividad del uso y abuso del auto: la contaminación del aire, la accidentalidad, la segregación y el abuso espacial, creciente tiempo perdido, descontrol del uso del suelo, agresividad, violencia, inseguridad, ruido, entre otros. Gran desequilibrio presupuestal en apoyo al automóvil y sus vialidades en detrimento del transporte público. La falta de protección en las leyes locales al peatón y al ciclista. El desquiciamiento de zonas urbanas por la construcción de grandes torres en tanto -es el caso de la torre Mitikah-, que no sólo destruye al pueblo de Xoco sino que altera muy profundamente el uso del suelo en muchas colonias. EL proyecto de Ciudad Compacta de Simón Neumann, para hacer torres tipo Singapur, Shangai, Hong Kong más que progreso y calidad de vida denota lucro. No menos grave es el escandaloso desperdicio de agua en la red de distribución y en los hogares especialmente los del poniente; así como subsidiar al consumo de agua para usos mercantiles e industriales. Falta de apoyo a ecotecnias del uso del agua (excusados de bajo consumo o secos, tratamiento alternativo y local del agua desechada, captación de de lluvia y otros) y el rechazo oficial a protegerlas.

5. Ello se aúna a la gran nocividad de los alimentos transgénicos y envasados y las bebidas endulzadas del oligopolio del menudeo: las grandes tiendas y los súper mercados, como: WalMart, Soriana, Comer, Aurrerá, etc. así como el exceso de emisiones de gases de efecto invernadero, otros contaminaciones y los accidentes producidos por el enorme e innecesario transporte de tantos y tan variados productos importados o lejanos que ellas traen; completan el cuadro de devastación de pequeños productores locales o cercanos; mientras el rechazo gubernamental a ofrecer subsidios a la urbicultura o cultivo casero o comunitario de verduras, solo fomentan un modelo productivo enajenado. Y Los enormes subsidios económicos, sociales y ecológicos a la generación eléctrica en enormes plantas públicas y privadas: como la nuclear de Laguna Verde, las termoeléctricas que queman carbón, petróleo o gas; las grandes hidroeléctricas, y hasta las mega eólicas, así como la falta de apoyo y rechazo gubernamental a la generación alternativa local de electricidad por fuentes renovables (domiciliaria o comunitaria) en nada contribuyen a prepararnos a la urgente e inevitable transición energética hacia un mundo sin petróleo. E incluso, los apoyos fácticos a los modos de vida y los modelos de consumo de una seudo civilización en decadencia, cuyo voraz consumismo y depredación de la Naturaleza –fomentada y exacerbada por la alharaca prostituida de los Medios Masivos que se adueñan del "gobierno" y de las conciencias- no solo enferman al mundo, al cuerpo y la mente, sino que conculcan con sus modas y falacias, el futuro de nuestros hijos y de la Madre Tierra que nos sustenta.



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Miguel Valencia
ECOMUNIDADES

La proliferación de la tala de árboles dizque legal en el acto del 4 de junio en el Zócalo

La proliferación de la tala de árboles dizque legal en el acto del 4 de junio en el Zócalo
La proliferación de la tala de árboles dizque legal será uno de los temas denunciados en el acto que tendrá lugar el martes 4 de junio, a partir de las 11 de la mañana, frente a las oficinas del gobierno del DF, en el Zócalo.
En esta celebración del Día Mundial del Medio Ambiente será leído un Manifiesto por el Día Mundial del Medio Ambiente suscrito por varias organizaciones sociales; contiene diversos asuntos ambientales de la Cuenca del Valle de México que requieren atención urgente. Entre estos asuntos se encuentra el caso de la proliferación de la tala de árboles dizque legal en la ciudad de México.
Convocamos a los defensores de los árboles a participar en este acto público y apoyar con su firma, antes del 4 de junio, el Manifiesto por el Día Mundial del Medio Ambiente que abajo viene.
 

Adriana Matalonga, Christian Gallegos, Daniel Estrada, Eduardo Rincón, Jacqueline Bolaños, José Arias, Mauricio Villegas, Miguel Valencia

Apoyan: Asociación de Tecnología Apropiada AC; Colectivo Comida No Bombas; Ecomunidades, Red Ecologista Autónoma de la Cuenca de México; Fundación PAS en Verde; Red en Defensa de la Ciudad de México; ejidatarios de Xochimilco; grupos defensores de animales; grupos de descrecimiento.

 MANIFIESTO POR EL DÍA MUNDIAL DEL MEDIO AMBIENTE EN LA CUENCA DEL VALLE DE MÉXICO:

DENUNCIAMOS Y EXIGIMOS LA ATENCIÓN INMEDIATA DE ESTOS TEMAS:

1. La proliferación de talas "legales" so pretexto de plagas en los árboles de la ciudad. Abandono e invasión reductiva de los parques y jardines y en general, la invasión y reducción de las zonas verdes y áreas naturales supuestamente protegidas o de conservación, en toda la región más conturbada del país. El acelerado incremento de la basura en la vía pública y las áreas comunitarias, mercados, paraderos y estaciones. Inacción e incumplimiento gubernamental y de la población en la separación de los residuos y el fomento de su acopio y tratamiento en la cercanía de donde se producen y con miras a su reciclaje. Falta de planes y de acciones efectivas para la reducción de la generación de residuos y su desperdicio y de la así inducida reducción de la deficiente recolección, de la transferencia y confinamiento, cada vez más caro e insuficiente de la basura. No a La creciente destrucción de sitios periurbanos por la excesiva producción de cascajo en la ciudad; y más en lo general, la falta de una política ambiental integral, integrada y prioritaria de emergencia.

2. La ausencia de una política responsable y coherente de protección animal que incluya evitar el abandono creciente de mascotas en la vía pública, parques, cerros, bosques y otros lugares y la proliferación de la venta de mascotas. No a la matanza de perros callejeros y sí al apoyo a la esterilización de animales domésticos. Revertir el abandono de los lugares de arribo, descanso y refugio de aves migratorias y la desaparición de especies endémicos de la cuenca. Por un entretenimiento sin maltrato animal: sin tauromaquia y circo sin animales.

3. Urge revertir el desastre del complejo chinampero de Xochimilco, Mixquic y Tláhuac y la muerte de su valioso, único sistema agroproductivo. Y en general hay que proteger las escasas zonas forestadas y salvaguardar las actividades que, siendo productivas como recreación, cultivos de alto valor y ecológicas, sí contribuyan eficazmente a su conservación, expansión y mejoría; así como la invasión creciente de terrenos en el Bosque de Chapultepec, del Parque Nacional de los Remedios, del Desierto de los Leones, etc. su pavimentación y deforestación. La deforestación y urbanización de la sierra del Chichinautzin , una de las principales recarga de acuíferos del Valle de México y de otras áreas aún verdes. El fracaso de la reforestación de la ciudad y las sierras y la falta del adecuado tratamiento de las plagas forestales. La agresión contra la vida campesina en Tláhuac y otras zonas aún rurales: el relleno de canales con cascajo y depósitos de basura y la urbanización en antiguas zonas de cultivo, por las obras de la Línea 12 del Metro y la desaparición del ejido, facilitando así la introducir nueva urbanización con pingües negocios de inmobiliarios.

4. El alto nivel de contaminación del aire, del agua y suelo, al igual que las de carácter visual y auditivo que plagan a toda el área metropolitana y sus zonas conurbadas, y la desinformación al respecto. La reticencia gubernamental a informar a la población sobre la diversa nocividad del uso y abuso del auto: la contaminación del aire, la accidentalidad, la segregación y el abuso espacial, creciente tiempo perdido, descontrol del uso del suelo, agresividad, violencia, inseguridad, ruido, entre otros. Gran desequilibrio presupuestal en apoyo al automóvil y sus vialidades en detrimento del transporte público. La falta de protección en las leyes locales al peatón y al ciclista. El desquiciamiento de zonas urbanas por la construcción de grandes torres en tanto -es el caso de la torre Mitikah-, que no sólo destruye al pueblo de Xoco sino que altera muy profundamente el uso del suelo en muchas colonias. EL proyecto de Ciudad Compacta de Simón Neumann, para hacer torres tipo Singapur, Shangai, Hong Kong más que progreso y calidad de vida denota lucro. No menos grave es el escandaloso desperdicio de agua en la red de distribución y en los hogares especialmente los del poniente; así como subsidiar al consumo de agua para usos mercantiles e industriales. Falta de apoyo a ecotecnias del uso del agua (excusados de bajo consumo o secos, tratamiento alternativo y local del agua desechada, captación de de lluvia y otros) y el rechazo oficial a protegerlas.

5. Ello se aúna a la gran nocividad de los alimentos transgénicos y envasados y las bebidas endulzadas del oligopolio del menudeo: las grandes tiendas y los súper mercados, como: WalMart, Soriana, Comer, Aurrerá, etc. así como el exceso de emisiones de gases de efecto invernadero, otros contaminaciones y los accidentes producidos por el enorme e innecesario transporte de tantos y tan variados productos importados o lejanos que ellas traen; completan el cuadro de devastación de pequeños productores locales o cercanos; mientras el rechazo gubernamental a ofrecer subsidios a la urbicultura o cultivo casero o comunitario de verduras, solo fomentan un modelo productivo enajenado. Y Los enormes subsidios económicos, sociales y ecológicos a la generación eléctrica en enormes plantas públicas y privadas: como la nuclear de Laguna Verde, las termoeléctricas que queman carbón, petróleo o gas; las grandes hidroeléctricas, y hasta las mega eólicas, así como la falta de apoyo y rechazo gubernamental a la generación alternativa local de electricidad por fuentes renovables (domiciliaria o comunitaria) en nada contribuyen a prepararnos a la urgente e inevitable transición energética hacia un mundo sin petróleo. E incluso, los apoyos fácticos a los modos de vida y los modelos de consumo de una seudo civilización en decadencia, cuyo voraz consumismo y depredación de la Naturaleza –fomentada y exacerbada por la alharaca prostituida de los Medios Masivos que se adueñan del "gobierno" y de las conciencias- no solo enferman al mundo, al cuerpo y la mente, sino que conculcan con sus modas y falacias, el futuro de nuestros hijos y de la Madre Tierra que nos sustenta.




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Miguel Valencia
ECOMUNIDADES